::Revista NetHistória - Página Principal::

Entrar | Cadastre-se Facebook do NetHistória  Twitter do NetHistória  RSS do NetHistória
 Pesquisa NetHistória

NetHistória >> Seção Releases >> Paisagens da História

Não existe arquivo PDF publicado

Referência ABNT

Paisagens da História

por Editora Campus





Release: Paisagens da História

Livro: Paisagens da História

Autor(es): John Lewis Gaddis

Editora: Editora Campus

Ano: 2003

N.º Páginas: 216



O que é história e por que devemos estudá-la? A história é uma arte ou uma ciência? Existe a chamada "verdade histórica"? Em “Paisagens da História: como os historiadores mapeiam o passado”, John Lewis Gaddis, um dos mais conceituados historiadores da atualidade, faz um auto-exame da profissão e apresenta respostas claras e talvez definitivas para questões como a relação entre a história e a ciência. Trata-se de uma uma leitura essencial para todos aqueles que lêem, ensinam ou se interessam por história.

A recente avalanche de novas teorias que desafiam a idéia da "verdade histórica" fez com que muitos historiadores abandonassem a crença no caráter científico do estudo da história. Em seu polêmico e provocante livro, Gaddis argumenta que esse distanciamento dos historiadores acontece porque usam as ciências sociais modernas (economia, política, sociologia) como modelo quando deveriam estabelecer conexões com as ciências naturais (física, geologia, biologia e outras).

No livro, Gaddis observa que, embora o método histórico seja mais sofisticado do que a maioria dos historiadores normalmente admite, não é preciso um discurso hermético para organizá-lo. Em termos de reflexão sobre a disciplina, o livro é ao mesmo tempo uma interessante introdução ao método histórico, uma importante reafirmação para seus praticantes e uma crítica eficaz à alegação pós-moderna de que é impossível conhecer o passado.

John Lewis Gaddis é professor titular da cátedra Robert Lovett em História Militar e Naval na Universidade de Yale. Uma autoridade reconhecida em história da Guerra Fria, suas publicações incluem “We Now Know”, “The Long Peace”, e “Strategies of Containment”.






Talvez você se interesse também pelos conteúdos abaixo:

História, Imagem & Paisagem: uma abordagem teórica do olhar como documento histórico História, Imagem & Paisagem: uma abordagem teórica do olhar como documento histórico: Este presente artigo tem o intento de iniciar os estudantes ? e pesquisadores ? em História acerca da utilização da imagem como mais uma fonte no auxílio da historiografia. Trás o debate teórico das diversas autoridades nacionais e internacionais sobre o assunto e localiza o leitor acerca da discussão que envolve a apropriação das fontes imagéticas no ofício do historiador, campo este definido, a longo tempo, como diferente da História da Arte.


Portugal e Brasil na crise do antigo sistema colonial (1777-1808) Portugal e Brasil na crise do antigo sistema colonial (1777-1808): Clássico da historiografia, esse trabalho, cuja primeira edição data de 1978, trata da construção das novas instituições do Estado contemporâneo em detrimento do Antigo Regime e do Sistema Colonial, por meio de referências a Portugal e ao Brasil e das suas relações entre esses [::mais]


Raízes do Brasil Raízes do Brasil: Sérgio Buarque de Holanda é indubitavelmente um dos pilares sobre os quais se sustenta a historiografia brasileira. Livros como, "Visão do Paraíso", "Do Império à República" e "Raízes do Brasil", figuram como leituras praticamente obrigatórias para qualquer um que se proponha a conhecer o pensamento social [::mais]


Atlas de História Medieval Atlas de História Medieval: O Atlas de história medieval faz parte de uma série de atlas históricos compostos ao longo de quarenta anos por Colin McEvedy. Esse tipo de livro é uma das maneiras mais eficazes e atraentes de se organizar o conhecimento da História. Os fatos são retratados em duas de suas dimensões fundamentais: o espaço e o tempo.


Em torno da complexidade do campo historiográfico * Em torno da complexidade do campo historiográfico *: "Nunca se está suficientemente surpreso com a história."Krzysztof PomianA epígrafe que abre este texto traduz à perfeição o que pensa Pomian e grande parte dos historiadores quando colocados frente à diversidade do fazer historiográfico: multiplicidade de abordagens, objetos, métodos e problemas; recortes, ou como diria Paul [::mais]



Comentários:

Para inserir os seus comentários, você precisa estar logado em sua conta.

Caso não seja cadastrado, |clique aqui|.

Caso já tenha cadastro, |clique aqui|.



Revista NetHistória

© 1999 - 2013. Todos os direitos reservados.

Fale Conosco | Termos de Uso | Anuncie | Colabore |

Resolução Mínima: 1024px por 768px - Navegador Recomendado: Google Chrome